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Castelo Forte doa mais de 15 toneladas de alimentos para entidades beneficentes do DF durante a pandemia

23 instituições e milhares de famílias serão beneficiadas nas cidades onde o grupo tem atuação e regiões onde o novo coronavírus vem afetando mais a população carente.
O número de famílias afetadas financeiramente pela pandemia e que precisam de ajuda, cresce na mesma proporção que o índice de contaminação pelo coronavírus, causador da doença Covid-19, em grande parte das cidades do Distrito Federal. Para amenizar a situação dessas famílias, o Home Center Castelo Forte vem colaborando com doações para entidades e instituição nas cidades mais afetadas. Neste mês de julho, a empresa entregou mais cinco toneladas de alimentos, totalizando quinze toneladas de donativos desde o início da pandemia. 

Mais de 23 instituições estão sendo beneficiadas com as doações só neste mês de julho. A empresa vem contribuindo com ações de combate ao coronavírus desde o mês de abril, realizando entrega de alimentos em Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas e Vicente Pires, cidades em que  atuam.  Nessas cidades também concentram-se o maior número de famílias carentes, que enfrentam dificuldades.  As entregas destes mês estão concentradas em Ceilândia, cidade que vem passando por picos de contágio, e as atividades consideradas não essenciais ainda sofrem com a incerteza da reabertura, até que haja uma queda no número de contaminados. Para Joana Darc de Jesus, presidente da ACAC – Associação Apoio a Comunidade de Ceilândia, uma das entidades beneficiadas, com mais de 40 anos de atuação na cidade, a doação chegou em uma boa hora. “Estamos enfrentando uma queda nas doações, são ações como essa que nos ajudam a manter a associação em funcionamento. Essa doação vai nos ajudar muito”. Segundo Joana, com o fechamento do comércio, empresários tiveram que reduzir as doações.

Mas o apoio também chega em instituições das cidades vizinhas, que sofrem com a atual situação. É o caso da RECICLO, cooperativa de trabalhadores de materiais recicláveis, que fica localizada no Riacho Fundo II. A Cooperativa, que está há mais de 100 dias sem funcionamento, atende 27 famílias e 30 catadores, que estão sem renda. Nivea Sousa da Trindade, presidente da Reciclo, conta que os trabalhadores ficaram sem recursos financeiros e aguardam, desde de março, a regularização do auxílio calamidade, benefício cedido eventualmente e casos de desastre ou calamidade pública pelo Governo do Distrito Federal (GDF), prevista para o pagamento de três parcelas de R$408,00, para as cooperativas de catadores. De acordo Nivea, apena uma parcela foi paga no mês de junho, e a situação das famílias é cada vez mais complicada. “Como estamos sem trabalhar, não temos dinheiro. Para muitos, essa é a única renda familiar. Temos idosas que dependem da coleta, mas por conta dos riscos estão passando dificuldades até para comprar os remédios”, relata a líder.

Instituições dessas localidades vêm sendo atendidas com ações sociais não só durante o período de pandemia. Bosco Almeida, coordenador de marketing do grupo Castelo Forte, lembra que a responsabilidade social sempre esteve presente na rotina da empresa. “Buscamos sempre atender as instituições com ações solidárias, apoiando projetos e construindo juntos melhorias para a população. Acreditamos no crescimento coletivo entre empresa e comunidade”, conclui Bosco. Todas as 23 instituições já receberam as doações neste mês de julho, a empresa pretende continuar contribuindo durante o período de pandemia com as instituições.

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